Aviação executiva deixa de ser luxo e se torna o diferencial de empresas bem sucedidas.

 In Business

É um fato, empresas de diversos tamanhos que utilizam a aviação executiva como uma ferramenta estratégica nos negócios estão crescendo, lucrando e retendo mais talentos do que seus concorrentes. Desde o início da década de 90, diversos relatórios nacionais e internacionais demonstram que o voo privado de helicópteros e aviões tem ajudado empresas elevar a qualidade de vida de seus colaboradores e ajudado a entregar melhores serviços em território nacional e internacional.

Antes visto como luxo e um serviço ligado ao “status”, o voo privado vem sendo utilizado de forma cada vez mais estratégica e, com a ajuda da tecnologia, este pré-conceito inicial tem sido colocado por terra definitivamente. Estamos falando da Era da democratização do voo executivo, momento em que empresas de diversos portes e mercados podem fazer do voo privado uma vantagem competitiva, utilizando aplicativos móveis que ajudam a alugar e compartilhar voos privados no Brasil e no mundo, diminuindo custos, encurtando caminhos e poupando um tempo precioso entre a tomada de decisão e a ação.
Negócios, apenas negócios
Quando analisamos os últimos cinco anos de listas com as melhores empresas do mundo, em pesquisas realizadas pela revista FORBES, percebemos que mais de 80% das empresas que figuram no TOP 50 utilizam o voo privado como estratégia para o negócio. Em outro relatório, da Standard & Poor’s (S&P), listando as 500 melhores empresas de 2009, é possível concluir que as empresas que utilizam a aviação executiva apresentam uma performance mais consistente do que as que não utilizam.

É também interessante observar que estas mesmas empresas lideram outras listas como: as mais admiradas, marcas mais valiosas e os lugares mais desejados para se trabalhar.

Quando observamos a realidade brasileira, fica mais fácil de imaginar o uso estratégico deste serviço. Num país de dimensões continentais, com um sistema de aeroportos ainda muito saturado e com diversos locais de difícil acesso espalhados pelo país, helicópteros e aviões privados se tornam, muitas vezes, o único meio para chegar nessas regiões. Outro agravante é o tempo perdido durante um voo comercial comum. Horas de espera, hotéis e check-in tornam-se algo muito maior do que apenas estresse e cansaço, ou seja, são horas não produzidas e extremamente mal aproveitadas para a empresa. É neste momento que o voo executivo se torna uma ferramenta extremamente importante para a produtividade de colaboradores e executivos de alto impacto, além de oferecer rotas mais diretas do que o voo comercial, esse tipo permite que o colaborador trabalhe durante a viagem. Mais do que apenas conforto, voos executivos são equipados com internet wi-fi, mesas para reuniões, sistemas de conferência on-line e outros serviços que transformam a aeronave num escritório e que pode ser customizado aos padrões necessários de cada empresa ou viagem. Em outras palavras, diz José Marrara, Co-Fundador da JetToGo,

“É possível iniciar o dia em um Estado, viajar para outros dois ou três fechando ou iniciando negócios, e voltar para casa ao final do dia para jantar com a família”.

No gráfico acima a pesquisa assumiu um exemplo onde foi investido US$1 em cada uma das 385 empresas pesquisadas entre 31 de Dezembro de 2005 e 31 de Dezembro de 2009. Foi considerado a apreciação nos preços de ações e os dividendos pagos pelas empresas durante o período. Como apresentado no gráfico acima, as empresas que utilizam o voo executivo tiveram um retorno 245% maior do que as empresas que não utilizaram (3.45 to 1.00). Fonte: https://www.nbaa.org/business-aviation/NEXA-Report-Part-2-2010.pdf

Não é apenas para os grandes
Para quem acredita que o voo privado é um serviço apenas para grandes corporações, um estudo desenvolvido entre os anos de 2005 e 2009 pela Standard & Poor’s (S&P), com o objetivo de levantar os principais itens que fizeram a diferença no crescimento de pequenas e médias empresas, mostrou que as grandes corporações compram e utilizam suas próprias aeronaves. Por outro lado, as pequenas e médias empresas, sem a necessidade ou poder de compra e manutenção deste bem, tem optado por utilizar este serviço de modo compartilhado. Sim, o voo executivo foi o grande diferencial estratégico das pequenas e médias empresas.

Quando a questão passa a ser a relação de empresas que atingiram os melhores resultados, a resposta é rápida – independente do porte, todas as empresas que utilizaram a aviação executiva tiveram melhores resultados do que seus concorrentes que não utilizaram.
O uso da aviação privada foi um fator de sucesso determinante para ao menos três pontos:

  • Performance financeira superior:
    Trabalhando em grupo e compartilhando voos, as empresas conseguiram um resultado financeiro superior frente as empresas que não utilizaram;
  • Redução de impactos durante a recessão:
    A crise econômica instalada na época afetou menos as empresas que utilizaram aeronaves executivas de modo estratégico. 69% destas empresas apresentaram excelentes números nos anos de 2008 e 2009;
  • Melhor acesso a clientes:
    A aviação executiva foi um fator diferencial para pequenas e médias empresas acessarem novos mercados, conquistarem novos clientes e melhorar a manutenção da carteira de clientes.

Os setores que mais utilizaram a aviação executiva foram:

  • Industrial:
    Incluindo construção, transporte, maquinário e afins.
  • Bens de consumo:
    Incluindo automóveis, vestuário, brinquedos, móveis domésticos, hotéis e restaurantes.

No ano de 2009 o estudo relatou um crescente uso da aviação executiva pelos setores de saúde e tecnologia da informação. Também foi crescente o uso no mercado de negócios, utilizando o serviço para ajudar a executar transações estratégicas.

Compartilhando a gente se entende e atende.
Alguns fatores combinados podem demonstrar para uma empresa se é válido ou não o uso do voo privado. A distância é o problema mais comum a ser abordado, porém, este item é apenas um dos pontos que formam a complexa rede de negociações de uma empresa. No mundo dos negócios a habilidade de ser rapidamente efetivo e eficiente é crucial, um momento de decisão envolve indivíduos de alto impacto da empresa, o que aumenta a responsabilidade sobre as horas de trabalho destes profissionais. Esses fatos criam a oportunidade para que o voo privado seja utilizado. Os fatores acima combinados geram uma demanda de mobilidade que é extremamente sensível ao tempo de resposta, são negociações de alto valor, perto de serem concluídas, manutenção de relacionamentos, problemas que requerem conhecimentos e pessoas específicas. Esses são alguns fatores que requerem o uso do voo privado.
Porém, mesmo com uma necessidade tão intensa, empreendedores de pequeno e médio porte podem não sentir-se confortáveis em investir neste tipo de serviço. Para mudar este comportamento e iniciar a Era da democratização do voo executivo, empresas como a JetToGo estão criando aplicativos que ajudam passageiros a alugar e compartilhar uma aeronave.
O aplicativo, desenvolvido para Iphone e, que em breve terá uma versão para Android, permite que um passageiro reserve um voo e divida os custos com outros passageiros que tem interesse no mesmo destino. Num exemplo prático, segundo José Marrara,

“Uma pessoa pode alugar um voo por R$ 18 mil, partindo de São Paulo com destino para o Rio de Janeiro. Ao invés de pagar o voo inteiro, através do aplicativo da JetToGo, o cliente pode encontrar outras pessoas que queiram viajar para o mesmo destino. Assim, o voo de 9 lugares que antes custava R$ 18 mil, passa a custar R$ 2 mil por pessoa”.

O que percebemos em relação ao voo executivo é que este é uma ferramenta de produtividade, capaz de minimizar o tempo de viagem e aumentar a produtividade durante os deslocamentos. Para as empresas, a aviação executiva é o diferencial para manter-se ágil, competitiva e bem sucedida no mercado altamente competitivo de hoje.

Números finais:

  • Lista de melhores marcas da Business Week/Interbrand’s:
    98% das empresas da lista utilizam aviação executiva.
  • Lista da Revista Fortune. Empresas mais admiradas do mundo:
    95% utilizam aviação executiva.
  • Lista da Revista Fortune. 100 melhores empresas para trabalhar:
    86% utilizam aviação executiva.
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Fontes pesquisadas:
https://www.nbaa.org/business-aviation/NEXA-Report-Part-5-2013.pdf
https://www.nbaa.org/business-aviation/NEXA-Report-Part-2-2010.pdf

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Higor Henrique Xavier da Silva
Empreendedor brasileiro, formado em Administração de Empresas. Um dos fundadores da JetToGo e responsável pela parte administrativa e gerenciamento de negócios.
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